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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Obama a esperança dos brasileiros nos EUA

Barack Obama é o novo presidente eleito dos Estados Unidos. Este é um momento histórico no qual pela primeira vez uma pessoa de descendência negra é eleita ao cargo mais alto do governo americano.
A vitória de Obama foi abrangente, conquistando não só os estados que têm tendências democratas, mas também vários estados que historicamente votam por republicanos.
Cerca de um milhão de latinos votaram nesta eleição, e 66% deles votaram para o Obama. O candidato republicano John McCain é a favor de reformas imigratórias favoráveis aos latinos, e por isso ainda conseguiu conquistar 32% dos votos dos latinos. Mas Obama também acredita na necessidade de reformas imigratórias, e o partido dele tem sido mais simpatizante com as causas dos imigrantes. Além disso, muitos latinos estão preocupados com a economia americana que está em recessão, e eles acreditam que Obama tem as melhores propostas para melhorar as condições econômicas da classe média.
Em sua campanha, Obama prometeu reduzir os impostos da classe média. Para quem ganha menos de 200.000 dólares por ano espera-se uma redução na taxa do imposto de renda. Ele prometeu ainda que quem ganha até 250.000 dólares por ano não terá nehum aumento no imposto. Mas os ricos, que ele define como quem ganha acima de 250.000 dólares por ano, com certeza terão um aumento em suas taxas de imposto. Porém, devido à atual situação crítica da economia americana, alguns economistas acreditam que o aumento do imposto de renda das pessoas da classe alta não virá imediatamente.
O novo presidente só toma posse no dia 20 de Janeiro de 2009. Porém ele já está recebendo informações diárias pertinentes à exerção de sua função como presidente. Além disso, Obama está bastante ocupado preparando e escolhendo a equipe que lhe auxiliará durante o seu governo.
A maioria dos brasileiros nos Estados Unidos parece estar contente com o resultado da eleição. Existe a esperança de que Obama irá trazer mudanças positivas, incluindo reformas imigratórias, seguro médico universal, redução da taxa de impostos da classe média, e um política exterior mais amigável.
O jornada de Obama não será fácil. O país se encontra em uma das piores crises financeiras em várias décadas, e as mudanças necessárias para mudar este cenário não terão um efeito imediato. Muitas pessoas podem perder a paciência e a esperança de que o governo Obama possa realmente melhorar a situação se os resultados demorarem para chegar. Além da crise econômica, Obama precisa ainda enfrentar os desafios da guerra no Iraque e no Afeganistão, e a constante preocupação com os potenciais ataques terroristas.
A vitória de Obama foi acima de tudo uma repudiação do governo de George Bush, que recebeu uma das mais baixas aprovações do povo americano de toda a história do país. A grande maioria dos americanos, e também dos brasileiros que residem aqui, acreditam que o país estava seguindo o caminho errrado, e que as coisas estavam piorando para o país.
Hoje existe uma esperança de que os Estados Unidos voltarão a ser um país admirado pelo mundo afora. Para nós brasileiros nos Estados Unidos, a vitória de Obama significa acima de tudo que qualquer um, indiferente de sua raça ou país de origem, pode alcançar seus sonhos no país das oportunidades.
Obs: Momento Mundo

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

A crise como guerra


RIO DE JANEIRO - No discurso de fim de ano, Gordon Brown pediu aos ingleses um esforço de guerra para enfrentar a crise.Lula, por seu lado, pediu que os brasileiros continuassem comprando, com responsabilidade. Ressalva para evitar a euforia.

Mesmo assim são reações distintas diante de uma mesma crise. Explicam-se pelo distinto impacto nos dois países. Para ficarmos na metáfora bélica de Brown, basta lembrar que Londres sofreu mais que o Rio durante a 2ª Guerra. Na crise, bancos e instituições financeira entraram em colapso na Inglaterra, o que não aconteceu no Brasil.

Há, no entanto, um ponto em comum. Brown e Lula defendem investimentos públicos para dinamizar a economia e manter e, se possível, ampliar a oferta de empregos. Isso, na Inglaterra, valeu um aumento da popularidade dos trabalhistas, reconciliando o partido com grande parte de seu eleitorado.O esforço britânico é mais complexo. Deve ser articulado com a adaptação às mudanças climáticas. A Inglaterra é um dos raros países que cresceram reduzindo as emissões de gases de efeito estufa.Obama encarna, de certa forma, esse encontro de Keynes com a ecologia. Nova política energética, abertura de milhares de empregos verdes. Além disso, promete um nível mais alto de ética na política e abertura para a participação, via internet.Será que todas essas tendências acabam dando nas praias brasileiras em 2010? Impulsionar a economia, via estado, já é disposição de Lula. Mas os candidatos à Presidência estão calados. Temem pedradas prematuras.As campanhas aqui são mais curtas que nos EUA. O silêncio prolongado dificulta a mobilização. Queremos mesmo tirar o processo eleitoral do conforto das poltronas diante da TV? Basta seguir comprando ou podemos fazer mais?Feliz 2009.


terça-feira, 30 de dezembro de 2008

O ano de 2008 está acabando e sem dúvida será lembrado como um divisor de águas na história do capitalismo mundial. Nunca se questionou o sistema que move a economia dos países como nos últimos meses, ainda mais quando empresas tidas como sólidas vão à bancarrota (quebra financeira).Quem diria que empresas detentoras de marcas famosas, símbolos do “velho” modelo econômico e que sempre foram consideradas as grandes referências dos livros de negócios e dos empreendedores iniciantes viessem a falir?

O sistema capitalista é perverso com os perdedores (ou deveria ser?), mas alguns perdedores ainda poderosos têm usado como argumento o risco de quebradeira sistêmica para se proteger.Parecem ter esquecido os princípios básicos do capitalismo para tentar a sobrevivência, refutando a livre iniciativa e a tese sempre de que vençam os melhores, os mais capacitados…, e de que o mercado é que deve definir quem vence e quem fica para trás.O fato é que estamos vivenciando mais uma vez um momento de mudanças profundas, sem clareza do que virá a seguir. Esta pode ser uma oportunidade para empreendedores atentos e ousados.


Quando a maioria tende a se retrair, a esperar os próximos acontecimentos antes de dar o primeiro passo, os empreendedores que vencerão e se tornarão as grandes referências do “novo” modelo econômico que está sendo criado, ainda não são conhecidos… Você tem a chance de ser um deles, porque não?Considere 2009 como um ano de grandes oportunidades, um momento de ousar de forma inovadora, de forma diferente, consciente dos desafios, mas comprometido com os seus sonhos. Pense grande, e não se esqueça que o mercado — os consumidores — ainda define quem vence e quem fica para trás. No longo prazo, apenas os que oferecerem produtos e serviços “antenados” com os novos consumidores, respeitando a sustentabilidade, tendo como princípio o negócio responsável, ético e transparente, terão mais chances de vencer.
O empreendedorismo é a base do capitalismo e também está passando por mudanças.E que venha 2009, um ano que promete.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Teorias Transitivas

A terminologia “Teorias Transitivas” refere-se a um conjunto de autores que apresentaram contribuições significativas do pensamento administrativo, representando uma transição entre a as escolas Científica e Clássica ( Taylor e Fayol) e a escola das Relações Humanas ( Elton G. Mayo).

Expoentes: MARY PARKER FOLLET e CHESTER IRVING BARNARD


MARY PARKER FOLLETT (1868-1933)

–abordagem psicológica da administração: abordagem dos problemas administrativos, baseada nos seres humanos e nas suas ações, reações e interações psicológicas
–para Follett o objetivo da ação administrativa é conseguir a integração das pessoas e a coordenação das suas atividades
–para Follett um conflito resulta da divergência de opiniões ou interesses entre pessoas ou instituições, sendo uma ocorrência na maioria das vezes inevitável

Lei da Situação

CHESTER IRVING BARNARD (1886-1961)

– obra mais importante “As funções do executivo” (1938): aborda sobre a relação indivíduo-organização
– afirma que as pessoas têm motivações individuais e cooperam com os outros para atingir certos propósitos
– afirma que o indivíduo só contribui para a organização se seu ideal estiver de acordo com o dela
– definiu pela primeira vez a organização como um sistema aberto, mostrando como diversos subsistemas conviviam no ambiente organizacional
– introduziu o conceito de cooperação entre os membros de uma organização como condição para que ela atinja a sua finalidade => necessidade de comunicação efetiva; disposição para cooperar e propósito comum

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Abordagem Humanística da Administração

A Abordagem Humanística da Administração representa uma transferência da ênfase anterior, colocada nos aspectos técnicos (Administração Científica) e formais, ou organizacionais (Teoria Clássica) da Administração para os aspectos sociológicos e psicológicos do trabalho. Esse estudo compreendeu dois assuntos distintos:


1. A análise do trabalho e adaptação do trabalhador ao trabalho: Seleção de pessoal, orientação profissional, métodos de aprendizagem, fisiologia do trabalho, estudo dos acidentes e da fadiga.

2. A adaptação do trabalho ao trabalhador: Estudo da personalidade do trabalhador e do chefe, da motivação e dos incentivos do trabalho, da liderança, das comunicações, das relações interpessoais e sociais dentro da organização.
Essa abordagem constituiu-se na mais ferrenha oposição à Teoria Clássica e seus preceitos, pois apresentou evidências da existência de outros aspectos envolvendo a produtividade humana nas organizações, de natureza não mecanicista ou operacional. Essa teoria abordou o lado humano das organizações.


Clique na imagem para uma melhor leitura.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Para que serve o COACHING?

Aproveitando o assunto citado por nossos colegas de classe do blog Administração Aplicada (visitem o blog, o link é:http://chiavenatos.blogspot.com/). Encontramos mais textos sobre COACHING. Encontramos um site com mais informações que estiver interessado é só clicar no link ao final da postagem.

Em termos gerais, Coaching é o processo de apoiar uma pessoa a ter a melhor vida profissional ou pessoal que ela pode criar. Há diferentes tipos, contextos e papéis de Coaching. Como você pode verificar no desenho, há distinções importantes e ao mesmo tempo uma sobreposição nas diversas abordagens.

Para que serve o COACHING?

• Conquista de Objetivos e Metas pessoais e profissionais;
• Identificação e clareza do seu projeto de vida, missão, Valores e motivação pessoal;
• Desenvolvimento de novas competências;
• Auto-conhecimento e desenvolvimento de auto-confiança;
• Desenvolvimento de criatividade e espontaneidade;
• Prever e superar obstáculos;
• Para obter mais energia e um desempenho mais alto em tudo o que faz.
• Maior produtividade, excelência e criatividade.
• Melhora sua Qualidade de Vida.
• Sua vida se torna mais equilibrada.
• Melhora as relações, solucionando conflitos.
• Torna-se um líder modelo para os outros.
• Evolução e transformação pessoal. Em empresas:

Em empresas:
• Demostra o compromisso da empresa no desenvolvimento pessoal.
• Melhora os resultados e as relaçóes na equipe de trabalho.
• Investimento seguro, de longo prazo em alto desempenho.





http://www.lidercoaching.com.br/pqi.php

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Pricípios da Admnistração - A visão de Urwick

Um pouco da vida e os princípios de Lyndal F. Urwick:



Foi muito mais um divulgador de Fayol do que propriamente um colaborador, até porque era 50 anos mais novo que aquele. Ampliou ao ato da função administrativa para: investigação, previsão, planejamento, organização, coordenação, comando e controle.

Para Urwick a divisão do trabalho se processa em duas direções: uma vertical, indicando os tipos de atividades; e outra horizontal, indicando os níveis de autoridade.
Também defendeu o princípio da departamentalização, através da qual se obtém a homogeneidade, ou seja, a integração da função, do processo, da clientela e da localização.




Pricípios de Administração para Urwick:
  1. Princípios da especialização: Cada pessoa deve exercer uma só função, determinando uma divisão especializada do trabalho.
  2. Princípio de autoridade: É necessário que haja uma linha de autoridade claramente definida, conhecida e reconhecida por todos desde o topo da organização até cada indivíduo de base.
  3. Princípio da Amplitude administrativa: Cada superior deve ter um certo número de subordinhados. O superior tem pessoas para supervisionar, bem como as relações entre pessoas que supervisiona. O número ótimos de subordinados varia segundo o nível e a natureza dos cargos, a complexidade do trabalho e o preparo dos subordinados
  4. Princípio da definição: Os deveres, autoridade e responsabilidade de cada cargo e suas relações com os outros cargos devem ser definidos por escrito e comunicados a todos

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

A desconfiança gerencial

Dora Lopes sempre foi uma pessoa muito desconfiada e relutante. Sua maior preocupação é que nenhum de seus funcionários fique vadiando nos corredores da fábrica. Quase sempre, Dora percorre as instalações para se certificar de que todos estejam trabalhando. Você acha isso correto? Como Dora deveria proceder?
Opinião: Não, Dora não precisaria perder seu tempo em ficar supervisionando seus trabalhadores. Uma opção, seria contratar e treinar pessoas para a função de supervisor. O novo fncionário se encarregaria de manter os operários produtivos. Assim, ela teria mais tempo para se dedicar a outros setores de sua fábrica.

Gerentes, Técnicos E Supervisores - VOCÊ SABE A DIFERENÇA?

Gerentes, técnicos e supervisores. Existem alguns termos bastante comuns no dia-a-dia de trabalho, os quais nomeiam posições e cargos. No entanto, muitas pessoas sequer sabem seu significado e quando devem ser empregados. Para que você não tenha mais dúvidas, veja abaixo a tradução destes termos, para que você não erre mais, e quais as atribuições a cada termo.
Técnico é tática
O termo é bastante utilizado na área de esportes, quando as pessoas se dirigem a quem comanda e coordena a equipe. Além desta denominação, chama-se de técnico quem tem conhecimento de alguma técnica, como técnico em informática, o qual sabe como utilizar a ferramenta internet.
De acordo com o dicionário Novo Aurélio, técnico é a pessoa que aplica determinada técnica, ou seja, ele é especialista, perito ou expert em determinado assunto: técnico em administração, em educação e outros.
Para ser um técnico é preciso ter conhecimentos de táticas e estratégias do trabalho a ser realizado e não somente saber comandar e organizar um grupo, como o que faz um líder que gerencia ou supervisiona.
Gerente planeja
Que ou quem administra negócios, bens ou serviços. Esta é a maneira com que o dicionário Novo Aurélio define a palavra gerente, o que mostra que suas funções são diferenciadas do técnico, que precisa apenas ter conhecimento da técnica e, por isso, também pode ser tonar um gerente.
Isso porque, além de como fazer, ele ainda pode planejar e controlar a execução do trabalho de seus subordinados no dia-a-dia de uma empresa.
Supervisor inspeciona
O termo supervisionar costuma ser utilizado na indústria, quando um funcionário realiza o mesmo trabalho que os demais em seu segmento, mas ganha um adicional em seu salário para verificar como anda o processo para o dono da companhia.
A supervisão é um passo atrás da gerência, já que quanto mais especializada e exercida para um número maior de funcionários, sem funções produtivas, pode tomar a posição de planejamento e controle.
Fonte: UOL Economia

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

A Tecno Componentes - parte III

Voltando ao caso introdutório - página 64

O segundo passo de Estevão Marques foi aprimorar os métodos de trabalho. Conhecendo os movimentos utilizados pelos operários, tornou-se possível racionalizá-los, eliminando movimentos inúteis e aprimorando movimentos úteis. Estevão queria reduzir em 20% o tempo de produção graças à melhoria de métodos de trabalho.
Comentário: Estevão provavelmente realizou os estudos sobre o forma de organização da indústria e reorganizou seus funcionários eliminando os tempos ociosos e improdutivos, os movimentos desnecessários e seguindo a teoria, poderia Estevão, ter colocado supervisores para manter esse novo ritmo de produção.

A Tecno Componentes - parte II

Voltando ao caso introdutório - página 59
O primeiro passo de Estevão Marques como gerente de produção foi começar a analisar os tempos e movimentos das principais operações da fábrica. Queria definir tempos-padrão para poder planejar o trabalho: qual o tempo médio de produção de cada produto e, conseqüentemente, saber quantos produtos poderia fabricar por hora, por dia, por semana, por mês. Isso lhe proporcionaria uma idéia mais precisa do custo da mão-de-obra por produto. Como você poderia ajudar Estevão?
Resposta:
Sítese: Melhor escolha organização racional do trabalho
Um ponto de vista: Estevão deveria estudar a idéia de tempos e movimentos o primeiro fundamento da Organização Racional do Trabalho (ORT). Um trabalho melhor executado e conseqüentemente mais econômico através de uma análise. Utilisando o 3º fundamento da ORT, decompor os movimentos dos trabalhadores em pequenas tarefas de movimentos simples, eliminando os inúteis. Para concretizar todas esssas metas idealizadas por Estevão, talvez o melhor a ser feito é seguir os métodos da ORT.

Caso introdutório - A Tecno Componentes

Capítulo 3 - Administração Científica (Arrmando o chão da fábrica) Pág. 53

Estevão Marques recebeu uma incrível notícia da diretoria da Tecno Componentes: sua promoção ao cargo de Gerente de Produção. A empresa se dedica à produção de materiais elétricos e está perdendo mercado devido aos seus elevados custos industriais e à conseqüente perda de competitividade. Como Estevão poderia planejar seu trabalho?
Resposta:
Síntese: Pesquisar, analisar, identificar e organizar os problemas observados para melhorar a produção
Um ponto de vista: Como novo gerente de produção Estevão poderia começar a organizar seu trabalho tentando descobrir o porquê do elevado custo dos produtos de sua indústria. O que tem acontecido durante a produção que encarece seus produtos finais? A partir dessa pesquisa, ele (dependendo dos problemas encontrados), planejaria um possível remanejamento de seus funcionários - de que forma? Criar grupos de treinamentos capacitando melhor os mesmos. - Procurar, talvez, novos fornecedores que ofereçam matéria prima de qualidade porém, com menores preços do que das utilizadas atualmente.

Revisão

Aproveitando que esta semana teremos nossa primeira avaliação, convido a todos para, através dos estudos de caso realizados durantes esse período, fazermos uma revisão da matéria. Postaremos a opinião do grupo e deixaremos os comentários abertos para possíveis intervenções. Pontos que julgarem interessantes também, fora dos estudos de caso, serão muito bem-vindos!

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Dica de leitura!

Sempre que possível estaremos colocando, aqui no blog, dicas de livros que estão relacionados à nossa futura carreira. Para quem quiser saber mais sobre a profissão do administrador e adora ler... A dica dessa semana é um lançamento: Uma Aula Com Drucker: As Lições do Maior Mestre de Administração de William COHEN.


Há muito considerado o maior pensador e escritor na área da administração, os ensinamentos de Peter Drucker continuam a inspirar líderes em todo o mundo. Em A Class with Drucker, Cohen divide com os leitores muito do que aprendeu com o Grande Mestre, lições que nunca foram registradas em livros ou artigos, idéias que Drucker transmitiu aos seus alunos em sala de aula ou conversas informais. O autor acrescenta algumas histórias pessoais engraçadas sobre a personalidade de seu professor, que inclui sua falta de pretensão e interação com os alunos. Cohen também mostra como as idéias de Drucker podem ser aplicadas aos desafios do mundo real que os atuais gestores têm de vencer.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Gabarito

Olá pessoal, chegou a hora de saber como vocês se saíram nas questões que postamos sobre A Abordagem Clássica da Administração - Administração Científica, Taylor e sua obra - Logo abaixo estão as respostas, confiram!

1) B
2) A
3) C
4) B
5) A
6) Sequência de cima para baixo ( 6 4 3 2 1 5)

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

A defesa de Eliana - Estudo de casos

Nesse caso eu receberia as críticas e verificaria se condiziam com a realidade da empresa. Com isso teria condições de saber o motivo de tantas insatisfações. Uma solução, talvez, fosse revisar todas as atividades desenvolvidas na empresa, melhorar as condições do local de trabalho. Observar como são executadas as tarefas e de alguma forma promover uma estrutura hieráquica para que haja um controle e uma melhor organização.


Postado por Adriana Gonçalves

Estudo de casos - Idalberto Chiavenato

A metodologia de Gilberto


Gilberto tem sua metodologia influênciada pela metodologia cartesiana de René Descartes.



Os princípios desta metodologia são:
  • Princípio da Dúvida sistemática ou da evidência


  • Princípio da análise ou de decomposição


  • Princípio da síntese ou da composição


  • Princípio da enumeração ou da verificação


Correspondente a metodologia do Gilberto:


  • Colheita de dados (dados dos problemas encontrados da empresa)


  • Análise dos dados (decompô-los em possíveis soluções)


  • Síntese dos dados (ordenar as soluções para os problemas mais fáceis primeiramente)


  • Verificação (revisão geral dos problemas)



terça-feira, 9 de setembro de 2008

Um pouco de história

Aproveitamos essa semana para, em nosso blog, divulgar alguns comentários, textos e fotos do trabalho que apresentaremos no sábado, dia 13, para a turma. Com os temas de: Abordagem Clássica da Administração e Administração Científica.
Baseados principalmente no livro de Idalberto Chiavenato, Introdução à Teoria Geral da Administração e também em alguns sites da web, tentaremos passar um pouco do que pesquisamos durante esses dias.


Abordagem Clássica da Administração


Os primeiros trabalhos a respeito da Administração foram desenvolvidos por dois engenheiros no início do século XX. Eram eles, o norte americano Frederick Winslow Taylor e o europeu Henri Fayol.
Taylor

Mesmo que ambos tenham iniciado seus estudos sobre pontos de vista bem diferentes e nunca ao menos terem discutidos suas idéias um com o outro, podemos considerar seus trabalhos as bases da chamada Abordagem Clássica da Administração.
Taylor iniciou a chamada Escola da Administração Científica, cuja preocupação era aumentar a eficiência da indústria por meio da racionalização do trabalho do operário. Enquanto Fayol desenvolveu a Teoria Clássica, que mantinha seu foco em aumentar a eficiência da empresa por meio de sua oranização e da aplicação de princípios gerais da Administração em bases científicas.

Fayol

Cefet Mg - Adriana Gonçalves dos Santos

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Revolução Industrial

A Fábrica

As fábricas do início da Revolução Industrial não apresentavam o melhor dos ambientes de trabalho. As condições das fábricas eram precárias. Eram ambientes com péssima iluminação, abafados e sujos. Os salários recebidos pelos trabalhadores eram muito baixos e chegava-se a empregar o trabalho infantil e feminino. Os empregados chegavam a trabalhar até 18 horas por dia e estavam sujeitos a castigos físicos dos patrões. Não havia direitos trabalhistas como, por exemplo, férias, décimo terceiro salário, auxílio doença, descanso semanal remunerado ou qualquer outro benefício. Quando desempregados, ficavam sem nenhum tipo de auxílio e passavam por situações de precariedade.

Reação dos trabalhadores

Em muitas regiões da Europa, os trabalhadores se organizaram para lutar por melhores condições de trabalho. Os empregados das fábricas formaram as trade unions (espécie de sindicatos) com o objetivo de melhorar as condições de trabalho dos empregados. Houve também movimentos mais violentos como, por exemplo, o ludismo. Também conhecidos como "quebradores de máquinas", os ludistas invadiam fábricas e destruíam seus equipamentos numa forma de protesto e revolta com relação a vida dos empregados. O cartismo foi mais brando na forma de atuação, pois optou pela via política, conquistando diversos direitos políticos para os trabalhadores.

Conclusão
A Revolução tornou os métodos de produção mais eficientes. Os produtos passaram a ser produzidos mais rapidamente, barateando o preço e estimulando o consumo. Por outro lado, aumentou também o número de desempregados. As máquinas foram substituindo, aos poucos, a mão-de-obra humana. A poluição ambiental, o aumento da poluição sonora, o êxodo rural e o crescimento desordenado das cidades também foram conseqüências nocivas para a sociedade. Até os dias de hoje, o desemprego é um dos grandes problemas nos países em desenvolvimento. Gerar empregos tem se tornado um dos maiores desafios de governos no mundo todo. Os empregos repetitivos e pouco qualificados foram substituídos por máquinas e robôs. As empresas procuram profissionais bem qualificados para ocuparem empregos que exigem cada vez mais criatividade e múltiplas capacidades. Mesmo nos países desenvolvidos tem faltado empregos para a população.

Locomotiva: importante avanço nos meios de transporte

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Do outro lado do mundo - Welcome to Japan!



K A I Z E N


é uma palavra japonesa que significa mudança para melhor ou aprimoramento contínuo e que permeia toda a Administração Japonesa. Kaizen pode então, até servir de sinônimo de Administração Japonesa. E a chamada Administração Japonesa de hoje, na realidade, é toda uma tradição de educação de berço do japonês, complementada por conhecimentos do management norte-americano a partir dos Anos 50. Em outras palavras, valores humanos japoneses complementados por conhecimentos técnicos em Administração norte-americanos, e aplicados em empresas japonesas.

Essa interação começou a acontecer a partir de 1950, não só em função de sua derrota frente aos Estados Unidos em 1945, mas principalmente com a adesão dos japoneses às práticas de negócios dos norte-americanos. Tanto é que em julho de 1950, “W. E. Deming foi convidado a ir ao Japão e ensinar o controle estatístico da qualidade em um seminário de oito dias, organizado pela JUSE”. JUSE é a Japanese Union of Scientists and Engineeers, que juntamente com uma série de outras instituições em consonância com o governo e o povo japonês, promoveram a ascensão da economia japonesa.

Quatro anos mais tarde, em julho de 1954, foi a vez de J. M. Juran ser convidado a ensinar aos japoneses, por sua vez, a chamada Administração do Controle da Qualidade – segundo Masaaki Imai, “Essa foi a primeira vez que o CQ foi abordado a partir da perspectiva da administração total”.
Os japoneses se maravilharam com as idéias de Juran e Deming porque elas se harmonizavam com o seu tradicional espírito de consenso de grupo, que remonta desde a época dos samurais...


Uma verdadeira aula de como os japoneses após derrotados em uma grande guerra, se erguem e se tornam uma das maiores economias do mundo.




Link para saber mais sobre essa incrível economia e sobre os grandes Administradores que estão por trás dela.