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quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Estudo de caso para o Curso de Bacharelado em Administração, como exigência da disciplina de Teoria Geral da Administração (TGA), sob a orientação da Prof. Fernanda Machado Freitas.

ABRINDO A DIVISÃO DE PEDRO – PAGINA 257

Pedro Almeida é um funcionário público federal há 22 anos. Em sua longa experiência em repartições públicas, Pedro conseguiu quatro promoções sucessivas e hoje é chefe de gabinete em um ministério ligado ao poder executivo. Em seu cargo de confiança, Pedro chefia uma divisão composta de quatro departamentos hermeticamente fechados entre si. São quatro feudos inacessíveis a qualquer tentativa externa de acesso. Pedro tem três dificuldades a transpor:

Como integrar os quatros departamentos que funcionam com total ignorância a respeito dos demais.


R. Inicialmente Pedro deve criar mecanismos de comunicação entre os departamentos para que todos tomem conhecimento para facilitar ao máximo à circulação de informações. Poderia memorandos, circulares internas com as medidas que estão sendo tomadas e solicitar sugestões dos funcionários para as melhorias nos departamentos.

Como melhorar gradativamente o desempenho dos funcionários.

R. Enfatizando a importância de cada setor e o trabalho desenvolvido por cada funcionário do setor. O trabalho em conjunto e treinamento constante para os funcionários.

Como mudar e inovar.

R. Através de medidas de comunicação e transparência com os funcionários dos departamentos. Participação e comprometimento.


A ORGANIZAÇÃO DA MOVIBRÁS – PAGINA 266

Após rigoroso e exaustivo processo seletivo, Jorge conseguiu um emprego na Movibrás, uma grande empresa produtora de artigos de consumo, como supervisor de tesouraria. Nos seus primeiros dias na empresa, Jorge passou por um processo de integração para melhor conhecer as características da organização. Recebeu vários manuais contendo regras, regulamentos, rotinas, descrição do seu cargo, deveres e responsabilidades como funcionário etc. Ficou impressionado com o alto grau de organização e de padronização existente na empresa. Mas, isso seria realmente uma característica positiva da organização? Não seria demasiado organizada e pouco espontânea?

R. Sim, no que diz respeito aos sistemas de regras e regulamentos.


ABRINDO A DIVISÃO DE PEDRO – PÁGINA 272

Pedro Almeida pretende criar grupos de trabalho interdependentes compostos de funcionários provindos dos quatro departamentos para que conheçam melhor o que ocorre dentro de cada um deles. O que você acha dessa idéia? Quais são suas vantagens?

R. Acho que não seria uma boa idéia. Pedro trabalha em um órgão público e com tempo ele iria perceber que esta medida não resolveria o problema, pois os departamentos eram fechados. Não vejo vantagens nesta idéias.







Livro:
CHIAVENATO, IDALBERTO. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier. 2003. pp. 101 – 141.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

"Empregos de A a Z"

O trecho texto abaixo foi tirado do livro "Empregos de A a Z" do consultor de carreiras Max Gehringer. Fica aí uma ótima dica de leitura. Acessem o link no final da postagem, com ele você terá o texo na íntegra. No site, você verá depoimentos sobre experiências de algumas pessoas que têm seu próprio negócio e um vídeo do autor no programa Fantástico.

Abraço,


Ser dono ou empregado?


Por que decidir ter o meu próprio negócio? “Um sonho”, diz o analista de redes Alexandre Rici. “Eu acredito no meu trabalho, eu acredito no meu potencial”, afirma a estilista Bela Villas. “Você precisa ter uma ousadia na vida”, completa Alexandre.

Quanta gente já não pensou, ou ainda está pensando, como seria maravilhoso ser dono do próprio nariz? “Acho que o me motivou a ter o meu negócio próprio é nunca ter tido muita paciência para aturar chefe”, conta Aimar de Paula, dono de uma pizzaria.

Não ter que dar satisfação a ninguém, acordar e dormir na hora em que quiser. Tudo isso parece um sonho, mas não é. Na verdade, essa deve ser a primeira decisão que uma pessoa toma na vida profissional: resolver se nasceu para ser dono ou empregado.(...)

Ser empregado ou ser dono não é uma questão de escolha. É uma questão de vocação. Ser empregado é bom. Ser dono também é. O importante é achar o caminho certo. (...)

Quem nasceu para ser empregado gosta de trabalhar em equipe e aceita sugestões numa boa. Quem nasceu para ser dono gosta de tomar as próprias decisões e detesta ouvir palpites. (...)

(...)Muita gente procura o melhor amigo, é parecidíssimo com o amigo, e, normalmente, as pessoas pensam tão igual, mas tão igual, que, se uma comete um erro, a outra comete o mesmo erro. (...)

“De cada dez empresas que abrem, cinco são por necessidade, quando o empreendimento bom deveria ser aquele por oportunidade”, diz o consultor do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) Ricardo Tortorella.

Quem nasceu para ser empregado aprecia a estabilidade e o salário garantido no fim do mês. Quem nasceu para dono gosta de correr riscos. “Para você ter um negócio e para que ele dê certo, você precisa dar passos maiores que a sua perna”, observa a estilista Bela Villas. Ela está no ramo de confecção. (...)

Você ainda está em dúvida? Então, é bem possível que você tenha nascido para ser empregado. Quem nasceu para dono não tem dúvidas. Só tem certezas.




sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Lord of the Dance!

Olá turma, o vídeo abaixo foi proposto pelo componente do nosso grupo (Carlos) para complementar o trabalho apresentado no último dia 13/09, sobre Administração Científica com base proposta no Taylorismo, para a disciplina Teoria Geral da Administração, ministrada pela Professora Fernanda Machado. (TGA Cefet/MG).




Abraço a todos,

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Produção a todo o vapor

1765 - O inventor escocês James Watt aperfeiçoa o motor a vapor - a primeira forma regular e estável de obtenção de energia descoberta pelo homem. O invento possibilita a Revolução Industrial, com as fábricas, a burguesia tomou de vez para si o poder econômico e mudou para sempre o modo como o mundo trabalha e se organiza socialmente. Desenvolveu-se em três etapas: I, a II e a III Revolução Industrial.

I Revolução

1760 a 1860 - Na Inglaterra, teve inicio com o surgimento das primeiras indústrias - a princípio, têxteis. A partir de meados do século XVIII, porém a invenção das máquinas de tecer automáticas - primeiro, hidráulicas; depois, a vapor - permitiria uma transformação radical nesse processo. A máquina se tornou mais importante que a mão-de-obra.

O sistema industrial instituiu duas novas classe opostas: Os empresários, donos do capital e dos meios de produção (equipamentos, fábricas, matérias-primas etc.) e os operários, que vendiam sua força de trabalho em troca de salário. No início, os empresários impuseram duras condições aos operários, como baixíssimos salários e desumanas jornadas de trabalho (que chegavam as 17 horas diárias), para ampliar a produção e garantir uma margem de lucro crescente (Capitalismo). A fim de reivindicar melhores condições, os trabalhadores passaram a se organizar em associações, que dariam origem aos sindicatos.

II Revolução

A partir de 1870, o uso de novas fontes de energia marcaram esta nova etapa da Revolução Industrial - eletricidade e petróleo -, pela substituição de ferro pelo aço e pela criação da linha de montagem, idealizada pelo empresário norte-americano Henry Ford, já no século XX. O método da produção em série, caracterizado por grandes fábricas e forte concentração financeira, ficou conhecido como fordismo.

Outra característica desse segundo período foi a internacionalização das indústrias, o aumento dos lucros e o surgimento dos trustes (fusão de empresas do mesmo ramo para monopolizar a produção, o preço e o mercado), as holdings (grandes conglomerados de empresas) e os cartéis (acordo para eliminar a concorrência).

III Revolução

A III Revolução Industrial ocorreu a partir da década de 1950 e foi marcada pelo aparecimento de gigantescos complexos multinacionais (tecnopólos) e pela informatização, que ao substituir a mão-de-obra humana, contribuiu para a eliminação de postos de trabalho. O mais famoso é o vale do silício, na Califórnia, nos Estados Unidos, onde apareceram empresas como a Apple e a Microsoft.

No Japão, surgiu o toyotismo - em oposição ao fordismo -, um método de produção mais flexível e diversificado: em vez de produzir grandes séries e um mesmo modelo, ele visa a fabricação de séries menores de uma variedade maios de modelos de produtos.

Recomendação pessoal: (Filmes)

Tempos Modernos (Charles Chaplin) - Fábrica de máquinas e homens, um olhar genial sobre o sistema de produção em série, que revolucionou a economia e o trabalho.

Piratas do vale do silício (Steve Jobs/Bill Gates) - A história das duas gigantes da informática. Ótimo filme.

Abraço a todos,

Sérgio Ricardo Guerra
1 Período de Bacharelado em Administração
Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais
Coordenador Projeto Radiologia em Atividade

sábado, 30 de agosto de 2008

Olá turma, estava pesquisando sobre o tema "O administrador dos E.U.A" via google e apareceu nosso blog como referência, que sucesso!!.. rsr
Vou postar mais tarde sobre a linha da Revolução Industrial/Administração conforme solicitado em sala de aula pela Professora Fernanda. Que tal prepararmos o trabalho da semana que vem?

Have a good weekend!

Sérgio Ricardo Guerra
Administração 1 Período

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Oi turma, gostei muito do layout do nosso blog, vamos trabalhar bastante.
Aproveitando a oportunidade na próxima semana no Expominas começa a Feira do Empreendedor, fica aí a dica.

Um grande abraço a todos,

Sérgio Ricardo Guerra
Administração
1 Período