sábado, 13 de setembro de 2008

Atividade 3 – Pg. 33 A inspiração de Armando

Na verdade, apenas podemos considerar Armando de Souza como realmente inovador no que diz respeito a sua implementação deste trabalho na empresa que antes não tinha. A Inovação, como foi discutido em sala, significa renovar, moldar algo, transformar.
Ele possui métodos antigos, apesar de usar num novo contexto inovador, de organização linear utilizada pelas organizações militares dos exércitos da Antiguidade e da época medieval, e pela Igreja Católica.
Neste tipo de organização cada subordinado pode ter apenas um superior, demonstrando a condição hierárquica. Uma outra referência é o princípio de direção, que Armando escolheu porque permite que cada funcionário reconheça a autoridade e o conjunto de regras para que todos trabalhem bem.


sexta-feira, 12 de setembro de 2008

A defesa de Eliana - Estudo de casos

Nesse caso eu receberia as críticas e verificaria se condiziam com a realidade da empresa. Com isso teria condições de saber o motivo de tantas insatisfações. Uma solução, talvez, fosse revisar todas as atividades desenvolvidas na empresa, melhorar as condições do local de trabalho. Observar como são executadas as tarefas e de alguma forma promover uma estrutura hieráquica para que haja um controle e uma melhor organização.


Postado por Adriana Gonçalves

Estudo de Casos

A analista de O&M
A metodologia utilizada por Anamaria Montes tem características da metodologia cartesiana nos seguintes princípios:
  1. Pricípio da dúvida sistemática ou da evidência: Anamaria duvida de tudo que existe na empresa, não aceitando nada como certo ou verdadeiro enquanto ela não confirmar.
  2. Princípio da análise ou de decomposição: Anamaria analisa e decompõe todos os processos para resolvê-los separadamente, parte por parte.
  3. Pricípio da síntese ou da composição: Anamaria sintetiza e recompõe de uma nova maneira os processos, reorganizando-os.
  4. Princípio da enumeração ou da verificação: Anamaria verifica se nada foi omitido no trabalho.
Postado por Wanessa Gonçalves

Estudo de casos - Idalberto Chiavenato

A metodologia de Gilberto


Gilberto tem sua metodologia influênciada pela metodologia cartesiana de René Descartes.



Os princípios desta metodologia são:
  • Princípio da Dúvida sistemática ou da evidência


  • Princípio da análise ou de decomposição


  • Princípio da síntese ou da composição


  • Princípio da enumeração ou da verificação


Correspondente a metodologia do Gilberto:


  • Colheita de dados (dados dos problemas encontrados da empresa)


  • Análise dos dados (decompô-los em possíveis soluções)


  • Síntese dos dados (ordenar as soluções para os problemas mais fáceis primeiramente)


  • Verificação (revisão geral dos problemas)



terça-feira, 9 de setembro de 2008

Um pouco de história

Aproveitamos essa semana para, em nosso blog, divulgar alguns comentários, textos e fotos do trabalho que apresentaremos no sábado, dia 13, para a turma. Com os temas de: Abordagem Clássica da Administração e Administração Científica.
Baseados principalmente no livro de Idalberto Chiavenato, Introdução à Teoria Geral da Administração e também em alguns sites da web, tentaremos passar um pouco do que pesquisamos durante esses dias.


Abordagem Clássica da Administração


Os primeiros trabalhos a respeito da Administração foram desenvolvidos por dois engenheiros no início do século XX. Eram eles, o norte americano Frederick Winslow Taylor e o europeu Henri Fayol.
Taylor

Mesmo que ambos tenham iniciado seus estudos sobre pontos de vista bem diferentes e nunca ao menos terem discutidos suas idéias um com o outro, podemos considerar seus trabalhos as bases da chamada Abordagem Clássica da Administração.
Taylor iniciou a chamada Escola da Administração Científica, cuja preocupação era aumentar a eficiência da indústria por meio da racionalização do trabalho do operário. Enquanto Fayol desenvolveu a Teoria Clássica, que mantinha seu foco em aumentar a eficiência da empresa por meio de sua oranização e da aplicação de princípios gerais da Administração em bases científicas.

Fayol

Cefet Mg - Adriana Gonçalves dos Santos

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Revolução Industrial

A Fábrica

As fábricas do início da Revolução Industrial não apresentavam o melhor dos ambientes de trabalho. As condições das fábricas eram precárias. Eram ambientes com péssima iluminação, abafados e sujos. Os salários recebidos pelos trabalhadores eram muito baixos e chegava-se a empregar o trabalho infantil e feminino. Os empregados chegavam a trabalhar até 18 horas por dia e estavam sujeitos a castigos físicos dos patrões. Não havia direitos trabalhistas como, por exemplo, férias, décimo terceiro salário, auxílio doença, descanso semanal remunerado ou qualquer outro benefício. Quando desempregados, ficavam sem nenhum tipo de auxílio e passavam por situações de precariedade.

Reação dos trabalhadores

Em muitas regiões da Europa, os trabalhadores se organizaram para lutar por melhores condições de trabalho. Os empregados das fábricas formaram as trade unions (espécie de sindicatos) com o objetivo de melhorar as condições de trabalho dos empregados. Houve também movimentos mais violentos como, por exemplo, o ludismo. Também conhecidos como "quebradores de máquinas", os ludistas invadiam fábricas e destruíam seus equipamentos numa forma de protesto e revolta com relação a vida dos empregados. O cartismo foi mais brando na forma de atuação, pois optou pela via política, conquistando diversos direitos políticos para os trabalhadores.

Conclusão
A Revolução tornou os métodos de produção mais eficientes. Os produtos passaram a ser produzidos mais rapidamente, barateando o preço e estimulando o consumo. Por outro lado, aumentou também o número de desempregados. As máquinas foram substituindo, aos poucos, a mão-de-obra humana. A poluição ambiental, o aumento da poluição sonora, o êxodo rural e o crescimento desordenado das cidades também foram conseqüências nocivas para a sociedade. Até os dias de hoje, o desemprego é um dos grandes problemas nos países em desenvolvimento. Gerar empregos tem se tornado um dos maiores desafios de governos no mundo todo. Os empregos repetitivos e pouco qualificados foram substituídos por máquinas e robôs. As empresas procuram profissionais bem qualificados para ocuparem empregos que exigem cada vez mais criatividade e múltiplas capacidades. Mesmo nos países desenvolvidos tem faltado empregos para a população.

Locomotiva: importante avanço nos meios de transporte

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Produção a todo o vapor

1765 - O inventor escocês James Watt aperfeiçoa o motor a vapor - a primeira forma regular e estável de obtenção de energia descoberta pelo homem. O invento possibilita a Revolução Industrial, com as fábricas, a burguesia tomou de vez para si o poder econômico e mudou para sempre o modo como o mundo trabalha e se organiza socialmente. Desenvolveu-se em três etapas: I, a II e a III Revolução Industrial.

I Revolução

1760 a 1860 - Na Inglaterra, teve inicio com o surgimento das primeiras indústrias - a princípio, têxteis. A partir de meados do século XVIII, porém a invenção das máquinas de tecer automáticas - primeiro, hidráulicas; depois, a vapor - permitiria uma transformação radical nesse processo. A máquina se tornou mais importante que a mão-de-obra.

O sistema industrial instituiu duas novas classe opostas: Os empresários, donos do capital e dos meios de produção (equipamentos, fábricas, matérias-primas etc.) e os operários, que vendiam sua força de trabalho em troca de salário. No início, os empresários impuseram duras condições aos operários, como baixíssimos salários e desumanas jornadas de trabalho (que chegavam as 17 horas diárias), para ampliar a produção e garantir uma margem de lucro crescente (Capitalismo). A fim de reivindicar melhores condições, os trabalhadores passaram a se organizar em associações, que dariam origem aos sindicatos.

II Revolução

A partir de 1870, o uso de novas fontes de energia marcaram esta nova etapa da Revolução Industrial - eletricidade e petróleo -, pela substituição de ferro pelo aço e pela criação da linha de montagem, idealizada pelo empresário norte-americano Henry Ford, já no século XX. O método da produção em série, caracterizado por grandes fábricas e forte concentração financeira, ficou conhecido como fordismo.

Outra característica desse segundo período foi a internacionalização das indústrias, o aumento dos lucros e o surgimento dos trustes (fusão de empresas do mesmo ramo para monopolizar a produção, o preço e o mercado), as holdings (grandes conglomerados de empresas) e os cartéis (acordo para eliminar a concorrência).

III Revolução

A III Revolução Industrial ocorreu a partir da década de 1950 e foi marcada pelo aparecimento de gigantescos complexos multinacionais (tecnopólos) e pela informatização, que ao substituir a mão-de-obra humana, contribuiu para a eliminação de postos de trabalho. O mais famoso é o vale do silício, na Califórnia, nos Estados Unidos, onde apareceram empresas como a Apple e a Microsoft.

No Japão, surgiu o toyotismo - em oposição ao fordismo -, um método de produção mais flexível e diversificado: em vez de produzir grandes séries e um mesmo modelo, ele visa a fabricação de séries menores de uma variedade maios de modelos de produtos.

Recomendação pessoal: (Filmes)

Tempos Modernos (Charles Chaplin) - Fábrica de máquinas e homens, um olhar genial sobre o sistema de produção em série, que revolucionou a economia e o trabalho.

Piratas do vale do silício (Steve Jobs/Bill Gates) - A história das duas gigantes da informática. Ótimo filme.

Abraço a todos,

Sérgio Ricardo Guerra
1 Período de Bacharelado em Administração
Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais
Coordenador Projeto Radiologia em Atividade