sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Cerca de 84% dos executivos brasileiros não estão sastisfeitos com o seu trabalho. Esse levantamento foi realizado com 1200 executivos em todo o Brasil pela Puc- Minas e pela Fundação Dom Cabral de Belo Horizonte.
Este tipo de comportamento ao meu ver está em todos os setores da economia, público e privado, o pessoal que vai fazer a diferença vão ser aqueles que conseguirem agregar valores ao seu trabalho, fazer a diferença e se destacar no mercado, isto vai garantir o sucesso profissional.
No livro de Carlos Alberto Júlio (A arte da estratégia - editora Campus) , Alexandre Mathias, da ESPM do Rio de Janeiro, propõe dividir os clientes em quatro tipos:
-Apóstolo (satisfeito e fiel; gosta do produto, do serviço e das pessoas da empresa)
- Refém (insatisfeito mas fiel, porque não vê outra opção)
- Mercenário (satisfeito mas infiel, pois se guia principalemente por preço)
- Terrorista (insatisfeito e infiel; critica a empresa para todo mundo). Segundo Mathias, a empresa deve dirigir seus esforços ao apóstolo, para retê-lo, e ao terrorista, para que não arranhe a imagem do negócio. Uma ótima dica de leitura.
Um grande abraço,
Sérgio Ricardo Guerra
2P Administração - CEFET/MG
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Olá turma,
Deixo uma dica de um ótimo livro que acabei de ler nestas férias: Jesus, o maior líder que já existiu de Laurie Beth Jones. O livro dispensa comentários, excelente texto e que conta os princípios de liderança de Cristo aplicados ao trabalho, podendo ser também aplicado em nossa vida cotidiana.
Abraço e uma boa leitura,
Sérgio Guerra
2P Administração
Obama a esperança dos brasileiros nos EUA
Barack Obama é o novo presidente eleito dos Estados Unidos. Este é um momento histórico no qual pela primeira vez uma pessoa de descendência negra é eleita ao cargo mais alto do governo americano.Cerca de um milhão de latinos votaram nesta eleição, e 66% deles votaram para o Obama. O candidato republicano John McCain é a favor de reformas imigratórias favoráveis aos latinos, e por isso ainda conseguiu conquistar 32% dos votos dos latinos. Mas Obama também acredita na necessidade de reformas imigratórias, e o partido dele tem sido mais simpatizante com as causas dos imigrantes. Além disso, muitos latinos estão preocupados com a economia americana que está em recessão, e eles acreditam que Obama tem as melhores propostas para melhorar as condições econômicas da classe média.
Em sua campanha, Obama prometeu reduzir os impostos da classe média. Para quem ganha menos de 200.000 dólares por ano espera-se uma redução na taxa do imposto de renda. Ele prometeu ainda que quem ganha até 250.000 dólares por ano não terá nehum aumento no imposto. Mas os ricos, que ele define como quem ganha acima de 250.000 dólares por ano, com certeza terão um aumento em suas taxas de imposto. Porém, devido à atual situação crítica da economia americana, alguns economistas acreditam que o aumento do imposto de renda das pessoas da classe alta não virá imediatamente.
O novo presidente só toma posse no dia 20 de Janeiro de 2009. Porém ele já está recebendo informações diárias pertinentes à exerção de sua função como presidente. Além disso, Obama está bastante ocupado preparando e escolhendo a equipe que lhe auxiliará durante o seu governo.
A maioria dos brasileiros nos Estados Unidos parece estar contente com o resultado da eleição. Existe a esperança de que Obama irá trazer mudanças positivas, incluindo reformas imigratórias, seguro médico universal, redução da taxa de impostos da classe média, e um política exterior mais amigável.
O jornada de Obama não será fácil. O país se encontra em uma das piores crises financeiras em várias décadas, e as mudanças necessárias para mudar este cenário não terão um efeito imediato. Muitas pessoas podem perder a paciência e a esperança de que o governo Obama possa realmente melhorar a situação se os resultados demorarem para chegar. Além da crise econômica, Obama precisa ainda enfrentar os desafios da guerra no Iraque e no Afeganistão, e a constante preocupação com os potenciais ataques terroristas.
A vitória de Obama foi acima de tudo uma repudiação do governo de George Bush, que recebeu uma das mais baixas aprovações do povo americano de toda a história do país. A grande maioria dos americanos, e também dos brasileiros que residem aqui, acreditam que o país estava seguindo o caminho errrado, e que as coisas estavam piorando para o país.
Hoje existe uma esperança de que os Estados Unidos voltarão a ser um país admirado pelo mundo afora. Para nós brasileiros nos Estados Unidos, a vitória de Obama significa acima de tudo que qualquer um, indiferente de sua raça ou país de origem, pode alcançar seus sonhos no país das oportunidades.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
A crise como guerra

terça-feira, 30 de dezembro de 2008
O sistema capitalista é perverso com os perdedores (ou deveria ser?), mas alguns perdedores ainda poderosos têm usado como argumento o risco de quebradeira sistêmica para se proteger.Parecem ter esquecido os princípios básicos do capitalismo para tentar a sobrevivência, refutando a livre iniciativa e a tese sempre de que vençam os melhores, os mais capacitados…, e de que o mercado é que deve definir quem vence e quem fica para trás.O fato é que estamos vivenciando mais uma vez um momento de mudanças profundas, sem clareza do que virá a seguir. Esta pode ser uma oportunidade para empreendedores atentos e ousados. 
Quando a maioria tende a se retrair, a esperar os próximos acontecimentos antes de dar o primeiro passo, os empreendedores que vencerão e se tornarão as grandes referências do “novo” modelo econômico que está sendo criado, ainda não são conhecidos… Você tem a chance de ser um deles, porque não?Considere 2009 como um ano de grandes oportunidades, um momento de ousar de forma inovadora, de forma diferente, consciente dos desafios, mas comprometido com os seus sonhos. Pense grande, e não se esqueça que o mercado — os consumidores — ainda define quem vence e quem fica para trás. No longo prazo, apenas os que oferecerem produtos e serviços “antenados” com os novos consumidores, respeitando a sustentabilidade, tendo como princípio o negócio responsável, ético e transparente, terão mais chances de vencer.
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Dilbert - Investidor estrangeiro

Chefe: Nós fomos salvos do abismo por uma injeção de dinheiro de última hora de um investidor estrangeiro.
Chefe: Eles fazem parte de um cartel. Mas não estávamos em posição de fazer muitas perguntas.
Chefe: Eles querem que cada um de vocês vá para Colômbia e volte com um pacote.
Chefe: … e vocês não podem usar as mãos.
Comunicação: O desafio no mundo corporativo
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
ABRINDO A DIVISÃO DE PEDRO – PAGINA 257
Pedro Almeida é um funcionário público federal há 22 anos. Em sua longa experiência em repartições públicas, Pedro conseguiu quatro promoções sucessivas e hoje é chefe de gabinete em um ministério ligado ao poder executivo. Em seu cargo de confiança, Pedro chefia uma divisão composta de quatro departamentos hermeticamente fechados entre si. São quatro feudos inacessíveis a qualquer tentativa externa de acesso. Pedro tem três dificuldades a transpor:
Como integrar os quatros departamentos que funcionam com total ignorância a respeito dos demais.
R. Inicialmente Pedro deve criar mecanismos de comunicação entre os departamentos para que todos tomem conhecimento para facilitar ao máximo à circulação de informações. Poderia memorandos, circulares internas com as medidas que estão sendo tomadas e solicitar sugestões dos funcionários para as melhorias nos departamentos.
Como melhorar gradativamente o desempenho dos funcionários.
R. Enfatizando a importância de cada setor e o trabalho desenvolvido por cada funcionário do setor. O trabalho em conjunto e treinamento constante para os funcionários.
Como mudar e inovar.
R. Através de medidas de comunicação e transparência com os funcionários dos departamentos. Participação e comprometimento.
A ORGANIZAÇÃO DA MOVIBRÁS – PAGINA 266
Após rigoroso e exaustivo processo seletivo, Jorge conseguiu um emprego na Movibrás, uma grande empresa produtora de artigos de consumo, como supervisor de tesouraria. Nos seus primeiros dias na empresa, Jorge passou por um processo de integração para melhor conhecer as características da organização. Recebeu vários manuais contendo regras, regulamentos, rotinas, descrição do seu cargo, deveres e responsabilidades como funcionário etc. Ficou impressionado com o alto grau de organização e de padronização existente na empresa. Mas, isso seria realmente uma característica positiva da organização? Não seria demasiado organizada e pouco espontânea?
R. Sim, no que diz respeito aos sistemas de regras e regulamentos.
ABRINDO A DIVISÃO DE PEDRO – PÁGINA 272
Pedro Almeida pretende criar grupos de trabalho interdependentes compostos de funcionários provindos dos quatro departamentos para que conheçam melhor o que ocorre dentro de cada um deles. O que você acha dessa idéia? Quais são suas vantagens?
R. Acho que não seria uma boa idéia. Pedro trabalha em um órgão público e com tempo ele iria perceber que esta medida não resolveria o problema, pois os departamentos eram fechados. Não vejo vantagens nesta idéias.
Livro:
CHIAVENATO, IDALBERTO. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier. 2003. pp. 101 – 141.
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
A globalização pede um novo profissional
A magnitude e a velocidade das mudanças em todo o mundo têm trazido um impacto dramático sobre as pessoas e seus locais de trabalho nos últimos tempos. E o futuro nos acena com uma aceleração ainda maior em termos de inovação, tecnologia e globalização. Heráclito, 500 anos a.C., já dizia: “Nada existe de permanente, exceto a mudança”. O problema agora está na rapidez e na propagação dessas mudanças.
Quando há uma era de profundas modificações, o conhecimento se expande. Uma grande transformação dos últimos tempos foi sair de uma economia baseada em indústrias para entrar numa economia baseada em informações. Atualmente a quantidade de conhecimentos disponíveis é imensa, sendo necessário saber selecionar o que devemos aprender e onde investir nosso tempo, para nosso crescimento intelectual e profissional.
Precisamos nos esforçar para melhorar nossa flexibilidade, velocidade e qualidade do trabalho realizado e, ainda, dar importância para a produtividade. Isso porque as organizações sabem que os clientes não apenas exigem produtos e serviços rápidos e com qualidade impecável: eles também querem que os produtos e serviços não sejam caros. As organizações precisam de resultados positivos.
Tudo mudou, está mudando e deverá mudar no futuro com uma rapidez cada vez maior. Além do que ocorre nas organizações há também mudanças na maneira como nos relacionamos com as pessoas, na forma como buscamos uma vida mais longa, mais saudável e mais feliz.
Todos os trabalhadores, independentemente de trabalharem nas linhas de produção ou nos escritórios, precisam se ver como um empresário, um vendedor especializado de serviços com uma marca especial, que seja conhecida por todos – VOCÊ. Então, se você não conseguir se vender, não conseguirá atingir o sucesso.
A cada dia mais os profissionais precisam se preocupar em se conhecer para saber quais características possuem. Isso é importante para conseguir fortalecer suas virtudes e trabalhar os seus defeitos na área profissional. Cada dia mais as organizações procuram profissionais éticos, que tenham entusiasmo, iniciativa, responsabilidade, bom humor, competência naquilo que faz e ainda que consigam ter um bom relacionamento interpessoal dentro do ambiente de trabalho.
Uma boa maneira de conseguir se diferenciar nesse novo contexto do mercado de trabalho é usar ao máximo a sua criatividade. Veja que criatividade é simplesmente buscar fazer de forma diferente aquilo que todos fazem de uma forma igual. Pensar uma nova maneira, mais prática, melhor, mais barata ou mais rápida de fazer as suas atividades, para conseguir atingir os resultados esperados pela Organização. Assim, o profissional que quiser crescer precisa ser criativo, a fim de achar novas soluções para os problemas do dia-a-dia.
Tendo todo um novo mundo de informações disponíveis e conhecendo bem essas regras do jogo, você poderá se destacar e inovar. Concentre-se em observar essas pequenas diferenças entre os profissionais, lembrando-se sempre que o jogo pode mudar a qualquer hora. E apenas um bom profissional, que entenda e conheça tudo que acontece ao seu redor, será capaz de se adaptar a essas mudanças.
E procure se lembrar sempre que os líderes não gostam de dois tipos de colaboradores: os que não fazem o que eles pedem e os que só fazem o que eles pedem. Busque fazer sempre mais e melhor. A melhoria contínua deve ser o maior desafio do ser humano.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
OBRA DE WEBER

Por outro lado, o pensamento de Weber caracteriza-se pela crítica ao materialismo histórico, que dogmatiza e petrifica as relações entre as formas de produção e de trabalho (a chamada "estrutura") e as outras manifestações culturais da sociedade (a chamada "superestrutura"), quando na verdade se trata de uma relação que, a cada vez, deve ser esclarecida segundo a sua efetiva configuração. E, para Weber, isso significa que o cientista social deve estar pronto para o reconhecimento da influência que as formas culturais, como a religião, por exemplo, podem ter sobre a própria estrutura econômica.
domingo, 9 de novembro de 2008
BUROCRACIA
Uma das primeiras aplicações do termo Burocracia data do século XVIII , onde o termo era carregado de forte conotação negativa, designando aspectos de poder dos funcionários de uma administração estatal aos quais eram atribuídas funções especializadas, sob uma monarquia absoluta. Essa definição se encaixa de forma muito próxima àquela hoje utilizada na linguagem comum: a Burocracia como sinônimo de excesso de normas e regulamentos, limitação da iniciativa, desperdício de recursos e ineficiência generalizada dos organismos estatais e privados.
Há uma influência recíproca entre capitalismo e burocracia. Sem a organização burocrática, a produção capitalista nunca teria sido realizada. Por outro lado, a base econômica capitalista é essencial para o desenvolvimento da administração burocrática.
Portanto, a palavra "burocracia" tem, no nosso dia-a-dia, um sentido pejorativo. Chamamos de burocracia o exagero de normas e regulamentos, a ineficiência administrativa, o desperdício de recursos. No entanto, para a sociologia, esse termo tem um sentido especial. Desde que passou a ser usado por Max Weber (1864 –1920), designa um modelo específico de organização administrativa.
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Teorias Transitivas
Expoentes: MARY PARKER FOLLET e CHESTER IRVING BARNARD
MARY PARKER FOLLETT (1868-1933)–abordagem psicológica da administração: abordagem dos problemas administrativos, baseada nos seres humanos e nas suas ações, reações e interações psicológicas
–para Follett o objetivo da ação administrativa é conseguir a integração das pessoas e a coordenação das suas atividades
–para Follett um conflito resulta da divergência de opiniões ou interesses entre pessoas ou instituições, sendo uma ocorrência na maioria das vezes inevitável
Lei da Situação
CHESTER IRVING BARNARD (1886-1961)– obra mais importante “As funções do executivo” (1938): aborda sobre a relação indivíduo-organização
– afirma que as pessoas têm motivações individuais e cooperam com os outros para atingir certos propósitos
– afirma que o indivíduo só contribui para a organização se seu ideal estiver de acordo com o dela
– definiu pela primeira vez a organização como um sistema aberto, mostrando como diversos subsistemas conviviam no ambiente organizacional
– introduziu o conceito de cooperação entre os membros de uma organização como condição para que ela atinja a sua finalidade => necessidade de comunicação efetiva; disposição para cooperar e propósito comum
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Abordagem Humanística da Administração
Essa abordagem constituiu-se na mais ferrenha oposição à Teoria Clássica e seus preceitos, pois apresentou evidências da existência de outros aspectos envolvendo a produtividade humana nas organizações, de natureza não mecanicista ou operacional. Essa teoria abordou o lado humano das organizações.
Clique na imagem para uma melhor leitura.
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
"Empregos de A a Z"
O trecho texto abaixo foi tirado do livro "Empregos de A a Z" do consultor de carreiras Max Gehringer. Fica aí uma ótima dica de leitura. Acessem o link no final da postagem, com ele você terá o texo na íntegra. No site, você verá depoimentos sobre experiências de algumas pessoas que têm seu próprio negócio e um vídeo do autor no programa Fantástico.Abraço,
Ser dono ou empregado?
Quanta gente já não pensou, ou ainda está pensando, como seria maravilhoso ser dono do próprio nariz? “Acho que o me motivou a ter o meu negócio próprio é nunca ter tido muita paciência para aturar chefe”, conta Aimar de Paula, dono de uma pizzaria.
Não ter que dar satisfação a ninguém, acordar e dormir na hora em que quiser. Tudo isso parece um sonho, mas não é. Na verdade, essa deve ser a primeira decisão que uma pessoa toma na vida profissional: resolver se nasceu para ser dono ou empregado.(...)
Ser empregado ou ser dono não é uma questão de escolha. É uma questão de vocação. Ser empregado é bom. Ser dono também é. O importante é achar o caminho certo. (...)
Quem nasceu para ser empregado gosta de trabalhar em equipe e aceita sugestões numa boa. Quem nasceu para ser dono gosta de tomar as próprias decisões e detesta ouvir palpites. (...)
(...)Muita gente procura o melhor amigo, é parecidíssimo com o amigo, e, normalmente, as pessoas pensam tão igual, mas tão igual, que, se uma comete um erro, a outra comete o mesmo erro. (...)
“De cada dez empresas que abrem, cinco são por necessidade, quando o empreendimento bom deveria ser aquele por oportunidade”, diz o consultor do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) Ricardo Tortorella.
Quem nasceu para ser empregado aprecia a estabilidade e o salário garantido no fim do mês. Quem nasceu para dono gosta de correr riscos. “Para você ter um negócio e para que ele dê certo, você precisa dar passos maiores que a sua perna”, observa a estilista Bela Villas. Ela está no ramo de confecção. (...)
Para que serve o COACHING?
Aproveitando o assunto citado por nossos colegas de classe do blog Administração Aplicada (visitem o blog, o link é:http://chiavenatos.blogspot.com/). Encontramos mais textos sobre COACHING. Encontramos um site com mais informações que estiver interessado é só clicar no link ao final da postagem. Em termos gerais, Coaching é o processo de apoiar uma pessoa a ter a melhor vida profissional ou pessoal que ela pode criar. Há diferentes tipos, contextos e papéis de Coaching. Como você pode verificar no desenho, há distinções importantes e ao mesmo tempo uma sobreposição nas diversas abordagens.
Para que serve o COACHING?
• Conquista de Objetivos e Metas pessoais e profissionais;
Em empresas:
• Demostra o compromisso da empresa no desenvolvimento pessoal.
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Essa é a sua vez de rodar seu PDCA!
Primeiro passo - definir qual é o foco do PDCA e escrever seu plano de vida. É fácil dizermos que colocaremos a nossa vida toda em um único cenário. Mas sabemos que sempre fizemos planos grandiosos e muitos deles nem saíram da esfera do planejamento. Então, para que o nosso PDCA seja factível, faremos uma visão simples, porém objetiva. Para definir façamos o seguinte:
Item 1 – O foco deve vir pautado naquilo que você acredita ser capaz de fazer. Assim, descubra quem você é e qual é a sua missão. Não vale coisas muito amplas e generalistas, basta ser simples. Exemplo: minha missão é fazer as pessoas se sentirem seguras e com seus direitos garantidos, por isso vou fazer o curso de direito.
Item 2 – pergunte-se: do que preciso para que isso aconteça? Faça uma relação de atividades básicas que são necessárias para que a sua missão aconteça. Busque fazer perguntas bem francas sobre o que você precisa. Essa é a hora de você fazer e refazer seu plano, então não tenha medo de rever todos seus sonhos.
Item 3 – definidos todos seus sonhos e alinhados ao seu foco, passe agora a escrever todos, estabelecendo prazos para serem cumpridos. E não vamos colocar prazos muito longos e nem muito curtos, pois o primeiro desmobiliza porque você tem tempo demais e o segundo desmotiva por não alcançar os resultados esperados. Peça sempre a alguém de sua confiança para alinhar com você os prazos. Uma força extra nessa hora de planejamento de vida é sempre bem vinda. Segundo passo: Faça acontecer. É a segunda parte mais difícil do PDCA para nossa vida pessoal. Para nós, é sempre possível deixar para a próxima segunda-feira. Por isso, para que você possa cumprir seus prazos, crie uma penalidade para o não cumprimento de seu plano. Essa penalidade deve ser com algo sempre que você dá muito valor: assistir a um jogo, ver filmes, ir para a balada. O ser humano gosta de ter sanções. Portanto, não dê mole para você mesmo. Seja assertivo. Cumpriu tem direito. Não cumpriu perde o direito. E não se esqueça de ter sempre em mãos seu plano com prazos. Procure colocá-lo num local visível.
Terceiro passo: Controle todas as atividades. Assim como falamos acima, lembre-se como no ditado “acordado não é caro”. Então controle, controle e controle. Não aceite ser condescendente consigo mesmo, lembre-se que você está tratando do seu futuro, por conseguinte, faça cumprir sempre suas metas e controle todos seus passos.
Quarto passo: Avalie suas ações e aja corretivamente. Nunca se esqueça que, mesmo tendo disponibilizado um bom tempo no plano, ele sempre pode ser melhorado e nunca ficará tão perfeito. Por isso, pense que atrasos poderão existir, mas não são desculpas para não correr atrás de suas metas. Assim, se não cumpriu sua meta, faça uma análise e crie uma ação corretiva às atividades com atrasos. E o que você cumpriu com facilidade, faça uma reflexão sobre isso. Reflita sempre sobre as mudanças de mentalidade, pois cada etapa vencida e cumprida nos revela outras estratégias de sucesso. Nunca deixe de registrar todas as oportunidades de melhoria, mas dê mais atenção àquelas que sejam alinhadas com sua visão. Anote isso: oportunidades aparecem em todos os instantes para quem tem o olho treinado para vê-las. Seja mais feliz fazendo seu PDCA girar!
terça-feira, 21 de outubro de 2008
O Ciclo PDCA

Basicamente o ciclo PDCA consiste em agir em quatro fases, representadas pelas iniciais, em inglês, dos procedimentos a serem adotados: plan, do, check, act. Em um primeiro momento, é realizado o planejamento, que envolve estabelecer objetivos, definir recursos, estratégias e selecionar indicadores. Depois, o planejamento é implantado (fazer) em duas etapas. Uma consiste em capacitar o pessoal em relação ao planejado. A outra, na execução das ações propriamente ditas. O ciclo continua com o monitoramento dos procedimentos e resultados que são observados como indicadores previamente estabelecidos. Esses resultados são comparados com aqueles previstos na etapa do planejamento. A partir dessa fase é necessário agir corretivamente, em uma espiral de contínuas melhorias.
Claudio Marlus Skora é administrador, economista e mestre em Administração de Empresas.
Entre em contato com suas colaborações, críticas e dúvidas: claudio_skora@hotmail.com
Retirado de: http://www.administradores.com.br
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Administração, ciência ?
Ou seja , informação pode produzir conhecimento , conhecimento é o elemento ou resultado das práticas das Ciências (inclusive da Administração). A necessidade de trabalhar esse conhecimento em profundidade cria a cientificidade da Administração.
Se fazer fosse tão fácil quanto saber o que seria bom fazer , as capelas seriam igrejas , e as choupanas dos pobres, palácios de príncipes."
Shakespeare
POCCC
Sigla utilizada em administração que representa as cinco funções do administrador definidas por Fayol:
- Planejar - Atividade de estabelecer, metas, objetivos e resultados para o futuro. Envolve prever, decidir antecipadamente, elaborar alternativas e definir métodos de trabalho para que se alcancem os resultados esperados.
- Organizar - Definir como utilizar os recursos e a estruturar a organização, elaborando seu organograma, de forma que possa alcançar seus objetivos.
- Controlar - Acompanhar as atividades de forma a verificar se os planos estão sendo executados adequadamente.
- Coordenar - Estabelecer prioridades e a sequência das atividades.
- Comandar - Dirigir e Liderar pessoas.
SYCO Tecnologia

Metodologia Empresarial
No organograma empresarial moderno a palavra “clientes” é acrescentada nas laterais para indicar que todos os níveis empresariais, devem estar intimamente envolvidos com os clientes, com o intuito de atendê-los plenamente. Ousamos ainda, acrescentar a Syco Tecnologia nestas laterais indicando que podemos auxiliar a sua empresa a alcançar esse padrão superior.
http://www.syco.com.br/e_metodologia.php
